
A prevenção primária do câncer de mama ainda não é totalmente possível devido à variação dos fatores de risco e as características genéticas que estão envolvidas na sua etiologia. Existem algumas evidências de que algumas drogas poderiam ser utilizadas em caráter excepcional e para grupos específicos de mulheres, com risco elevado para a doença.
Sendo assim, esforços sempre foram feitos no sentido de detectar este tumor o mais precocemente possível, aumentando a chance de cura definitiva, e a mamografia, com sua evolução tecnológica surpreendente nas últimas décadas, vem se mostrando como a arma mais evidente para alcançar este objetivo.
A mamografia anual, a partir de 40 anos de idade, em todas as mulheres, é a rotina estabelecida na maioria dos países do mundo. Eventual complementação do diagnóstico com ultrassom ou ressonância magnética, em casos específicos, pode ser utilizada. No entanto, é importante ressaltar que nenhum método ou exame de imagem é melhor que a mamografia para rastreamento do câncer de mama na população feminina em geral. Na verdade, em situações especiais, estes métodos podem ser complementares e associados.
Portanto, o exame mamográfico rotineiro representa o principal suporte para o diagnóstico do câncer de mama na fase inicial, com tratamentos cada vez menos radicais e maiores chances de cura, sendo responsável por uma diminuição de até 30% nos índices de mortalidade pela doença.
A prevenção primária do câncer de mama ainda não é totalmente possível devido à variação dos fatores de risco e as características genéticas que estão envolvidas na sua etiologia. Existem algumas evidências de que algumas drogas poderiam ser utilizadas em caráter excepcional e para grupos específicos de mulheres, com risco elevado para a doença.
Sendo assim, esforços sempre foram feitos no sentido de detectar este tumor o mais precocemente possível, aumentando a chance de cura definitiva, e a mamografia, com sua evolução tecnológica surpreendente nas últimas décadas, vem se mostrando como a arma mais evidente para alcançar este objetivo.
A mamografia anual, a partir de 40 anos de idade, em todas as mulheres, é a rotina estabelecida na maioria dos países do mundo. Eventual complementação do diagnóstico com ultrassom ou ressonância magnética, em casos específicos, pode ser utilizada. No entanto, é importante ressaltar que nenhum método ou exame de imagem é melhor que a mamografia para rastreamento do câncer de mama na população feminina em geral. Na verdade, em situações especiais, estes métodos podem ser complementares e associados.
Portanto, o exame mamográfico rotineiro representa o principal suporte para o diagnóstico do câncer de mama na fase inicial, com tratamentos cada vez menos radicais e maiores chances de cura, sendo responsável por uma diminuição de até 30% nos índices de mortalidade pela doença.
Responsável técnico: Maria Letícia Leone Rocha
Mastologista
CRM: 29286